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Sobre o Vinho

O vinho é produzido a partir da fermentação do sumo de uva. A constituição química da fruta permite que estas fermentem sem que lhes sejam adicionados açúcares, ácidos, enzimas ou outros nutrientes.

A bebida possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 6 000 a.C.. Historiadores acreditam que ela tenha se originado nos territórios da Geórgia ou do Irã. Na Europa, seu aparecimento aconteceu provavelmente nas atuais Bulgária ou Grécia.

De acordo com a cor, o vinho pode ser tinto, rosado, clarete (ou palhete) e branco; conforme o sabor, pode ser doce, semi-seco ou seco. Os vinhos doces contêm altas porcentagens de açúcar, enquanto os secos têm pouco ou nenhum açúcar, embora não sejam amargos.

Outra classificação freqüente distingue, de maneira geral, vinhos comuns e especiais. Comuns são os vinhos maduros ou verdes, resultantes da fermentação normal do mosto, entre os quais se incluem os vinhos oficialmente classificados, nos países produtores ou de consumo tradicional, como de consumo — de mesa — ou como típicos. Os vinhos especiais compreendem os licorosos, aqueles de elevado teor alcoólico, provenientes de mostos cuja fermentação foi interrompida por adição de aguardente vínica ou de álcool vínico; os doces de mesa, de teor alcoólico igual ou inferior a 14°; os espumantes naturais, cuja efervescência resulta de uma segunda fermentação alcoólica em garrafa ou outro recipiente fechado, produzida por processos tecnológicos clássicos; e os espumantes gaseificados, cuja efervescência é produzida por adição de gás carbônico puro, com aparelhagem adequada.

Regiões vinícolas da Itália

Italianos

Uma das maiores consumidoras de vinho, a Itália é também um dos países que mais produz a bebida, ação fabril que já estava presente na região antes do Império Romano dominar a Europa. O consumo do vinho era tão evidente na Itália, que os gregos antigos referiam-se ao país como Enotria, ou seja, terra do vinho.

Aliada à experiência milenar de produção, a Itália caracteriza-se pela diversidade de regiões, terroir e de estilos. As regiões que mais destacam-se são:

Chilenos

Regiões vinícolas do Chile

A viticultura é uma atividade recente no Chile, iniciou-se a partir de 1980 e em 30 anos já é um dos maiores exportadores mundiais. Protegido pela Cordilheira dos Andes, o país é beneficiado pela brisa fria do Pacífico, o que é um fator fundamental de caracterização e diferenciação de seus vinhos.

O microambiente proporcionado pela Cordilheira permitiu o crescimento de parreiras sem enxertia, enquanto os outros países produtores eram obrigados a lançar mão desse recurso. As condições do país contribuíram para resgatar uma cepa européia considerada extinta – a Carminère. Hoje, o Chile é referência nos vinhos provenientes dessa uva.

Os fatores geográficos também permitem grandes resultados com a Cabernet Sauvignon, a casta de melhor desenvolvimento no país.

Na planície litorânea, onde estão as regiões do Aconcagua, Casablanca e Limari, a brisa marítima favorece o desenvolvimento de uvas mais delicadas como as brancas e a Pinot Noir. Já na Planície Central , destacam-se regiões como Cachapoal e Maipo, onde a influência marítima é regulada pela localização da Cordilheira da Costa.

Fontes: Manual básico do mundo do vinho – Didu Russo; Guia para gostar de vinhos - Eduardo Viotti, Wine St

Argentinos

Regiões vinícolas da Argentina

Desde a década de 90, o país tem conquistado uma posição de destaque entre os mais importantes países produtores do Novo Mundo, numa ascensão constante. Grandes rótulos foram produzidos na Argentina, fruto de investimento em tecnologias vindas dos mais tradicionais países produtores e expertise adquirida no decorrer dos anos.

Atualmente, os vinhos argentinos estão presentes nos principais mercados consumidores do mundo, tanto que 30% da produção é exportada. Outro fator que contribuiu para a produção de vinhos de alta qualidade foi a migração dos vinhedos para regiões mais altas, próximas à Cordilheira dos Andes. As parreiras ganharam qualidade, usufruindo de mais frescor, luminosidade e amplitude térmica, com as noites mais frias.

A Malbec foi a grande beneficiada com essa mudança, pois revelou todas as suas melhores qualidades na altitude de Mendoza, região responsável por 70% da produção argentina. Por isso, Luján de Cuyo (900m) e Valle de Uco (até 1.350m), duas regiões de Mendoza, tornaram-se referências na produção de vinhos de qualidade. Rio Negro, na Patagônia, onde o clima frio beneficia as uvas e Slata, cuja altitude está acima dos 2.000 metros também merecem destaque. Mesmo com produções mais limitadas, seus rótulos apresentam excelente qualidade e grande potencial.

Fontes: Grand Cru e Wine St

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